Morra novamente Stefen Zweig!
Ano vai, ano vem.
Um monte de listas pra saber quem foi o melhor e o pior, o in & out do ano que passou.
Com 2006 não foi diferente.
Um ano que, pelo menos pro brasileiro, tinha tudo pra ser verde e amarelo acabou com "cor de burro quando foge".
Tá, foi sempre assim. Aqui, abaixo do Equador nunca foi fácil.
Não temos tsunamis, Hezbollá contra Fatah ou Boeings explodindo na torre do Riosul. Mas só na hora da contabilidade é que a balança pende pra um dos lados em que o prato está mais do que enferrujado.
Lembrem-se do ataque do PCC que parou a maior cidade da América Latina e terceira maior do Mundo.
Não se esqueçam do apagão aéreo que fez muita gente esperar o bom velhinho na fila do check-in.
Do mensalão, do Bob Jeff e da releição de você sabe quem.
Isso sem contar que tomamos um ferro "bunito" em gramado alemão.
Tá bom ou quer mais?
Outro dia assisti o Almanaque com o Tom Zé na Globonews.
Nada de música, só entrevista - aliás Geneton é tão bom que se anula e transcende perguntas. Ele deve ter feito umas cinco durante 23 minutos.
E uma delas foi: "- O Brasil ainda é o país do futuro?"
Do alto da esquizofrenia controlada Tom Zé deu um salto da cadeira e, como se tivesse visto o cramulhão em pessoa, disse: "- A gente tem que parar de ouvir o Stefan Zweig".
(clica aí pra saber do que eu tô falando).
Mas ele tem razão. Já deu pra gente perceber que assim a gente não vai longe. Essa fila de Mercosul, Bric e país emergente não anda. Nem nunca vai andar se a gente ficar esperando.
Quero "caixa preferencial" já!
Mas aí bate o aquele complexo de Pollyanna e a gente já começa a pensar em 2007 como "o ano da virada", do Pan e do início de "mais quatro anos!". É sempre assim.
O post pode parecer um tanto "sorumbático" - como diria uma amiga minha - mas é só um grande nariz de cera pra fechar o ano e abrir caminho pro post acima.



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